O MOTELX 2026 continua a celebrar 20 anos de cinema de terror em Lisboa.
Entre os muitos filmes e actividades do festival, ficam alguns destaques para hoje e fim-de-semana.
Hoje, às 21h15 passa The Furious no Cinema S. Jorge.
De Hong Kong, do realizador Kenji Tanigaki, é um filme de ação e terror extremamente físico e violento. A sessão inclui ainda a curta portuguesa Bruno, o Boneco, de Diogo dos Santos Oliveira.
Amanhã, Sábado, 12 de setembro, acontece a sessão de encerramento do festival com a exibição de Fall 2: Deadpoint, dos irmãos Michael e Peter Spierig. É um thriller de sobrevivência passado a 900 metros de altitude. Duas mulheres ficam presas numa estrutura suspensa no Monte Kwan, na Tailândia, depois de um deslizamento de pedras. É a sequela de Fall, de 2022, e tem estreia nacional no MOTELX. Passa no S. Jorge às 21h15.
No Domingo, o último dia de Motelx, destaque para American Dollhouse, 6 e 40 da tarde.
Realizado por John Valley, este é um slasher independente norte-americano. Uma mulher herda a casa onde passou a infância e vê-se perseguida por uma vizinha que desenvolve uma obsessão violenta por ela.
Às 20h45, na sala principal do S. Jorge, realiza-se a sessão dos vencedores do Prémio Méliès d'argent, com a exibição da longa e da curta vencedoras.
Mais informações sobre os últimos dias do Festival Internacional de Terror de Lisboa no site motelx.org.
Na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, está patente a exposição “Bruscky em brusque”, dedicada ao artista brasileiro Paulo Bruscky.
A mostra reúne trabalhos de várias fases do percurso de um dos pioneiros da arte conceptual no Brasil, que desde os anos 1970 explora as relações entre arte, comunicação e tecnologia.
A exposição destaca ainda o projeto “Bruscky em Brusque”, iniciado nos anos 80, que parte da coincidência entre os nomes do artista e da cidade brasileira de Brusque para criar obras onde o acaso e a lógica se encontram.
Exposição das obras de Paulo Brusky, para ver na Galeria Zé Dos Bois no Bairro Alto em Lisboa.
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O MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa está a celebrar 20 anos, e entre os filmes em destaque está “Game”, do britânico John Minton e que passa esta noite no Cinema S. Jorge.
A história leva-nos à Inglaterra de 1993, em plena explosão da cultura rave. Um ladrão e um caçador furtivo entram num perigoso jogo de perseguição, onde cada decisão pode ser fatal.
“Game” mistura thriller e sobrevivência com um retrato da Inglaterra pós-industrial, tendo como pano de fundo a música rave e o espírito de liberdade e transgressão da época.
O filme é produzido e coescrito por Geoff Barrow, fundador dos Portishead, e conta ainda com Jason Williamson, vocalista dos Sleaford Mods, num dos seus primeiros papéis como ator.
“Game” para ver no Motelx às 21h25. Mais informações sobre o programa em motelx.org.
No Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa, está patente a exposição “Eu que já fui eu”, de Maria José Oliveira.
A mostra reúne obras que exploram temas como o tempo, a memória e as relações entre gerações, refletindo sobre aquilo que muda e aquilo que permanece.
A ideia de “semente” é central na exposição, como símbolo de transformação, crescimento e potencial para o futuro.
“Eu que já fui eu” para ver no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.
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A Gulbenkian Música abre a nova temporada com um ciclo dedicado a György Kurtág e Betsy Jolas, dois grandes nomes da música contemporânea, que nasceram em 1926.
De 9 a 12 de setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, há três concertos: Já esta noite Os Fragmentos de Kafka, amanhã A Little Summer Suite com obras para orquestra, e um concerto do Quarteto Diotima, na 5ª Feira, com música de Kurtág, Jolas, Ravel e Bartók.
A entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhete.
A nova temporada da Gulbenkian Música para conferir na Fundação Calouste Gulbenkian.
O MOTELX está a celebrar 20 anos e entre os muitos filmes que passam hoje no Cinema São Jorge, destaque para Hallowarrior.
Realizado por Ben Sottak, o filme acompanha Pumpkin, interpretada por Milly Shapiro, conhecida do filme Hereditary. Depois do apocalipse, é a última rapariga viva na Terra. Na noite de Halloween, procura desesperadamente alguma companhia, mas quando finalmente alguém bate à sua porta, percebe que a ameaça pode estar mais perto do que imaginava.
Uma história de sobrevivência com apocalipse, Halloween, humor negro e terror.
Para ver às 21h20 na sala principal do Cinema são Jorge.
O Motelx continua a celebrar os 20 anos até 13 de Setembro.
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O MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa está a celebrar 20 anos e entre os muitos filmes desta 3ª Feira, destaque para uma das estreias do festival.
É exibido esta noite o filme “Species – Sanguine”, de Marion Le Corroller, em estreia nacional.
A história acompanha Margot, uma jovem estudante de Medicina que enfrenta a enorme pressão de um estágio hospitalar. Quando começa a lidar com pacientes com sintomas estranhos e inexplicáveis, o seu próprio corpo é atingido por uma misteriosa doença viral.
Um body horror que aborda temas como o burnout e a pressão física e psicológica sentida pela geração mais jovem.
“Species” para ver hoje às 21h20, no Cinema São Jorge.
Toda a programação dos 20 anos do Motelx para conferir no site motelx.org.
No Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado está patente mais uma edição de “Loops. Expanded”, uma exposição que explora o loop, ou seja, a repetição de imagens, como forma de trabalhar o tempo e a memória.
Até 13 de setembro, pode ser visto Maquinal, do argentino Leonardo Gracés, um trabalho em vídeo que usa a repetição e a sobreposição de imagens para alterar a nossa perceção.
A exposição prolonga-se até 3 de outubro, com outras obras e propostas experimentais. “Loops. Expanded 2026” pode ser visitada no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.
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O MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa está a celebrar 20 anos, e uma das estreias em destaque acontece esta noite.
“The Birthday Party”, é um thriller da realizadora francesa Léa Mysius
A história passa-se numa zona isolada do interior de França. Thomas prepara uma festa surpresa para os 40 anos da mulher, Nora, mas a celebração transforma-se num pesadelo quando três desconhecidos aparecem e cercam a casa.
Segredos do passado começam a vir ao de cima, numa mistura de suspense, drama familiar e terror com Monica Belluci num dos papéis principais.
O filme foi nomeado para a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2026 e é uma das propostas da edição que assinala as duas décadas do MOTELX.
Para ver no Cinema são Jorge às 21h35.
Mais informações sobre o extenso programa do festival no site motelx.org.
“Peso-Contra-Peso” é a nova exposição do MACAM – Museu de Arte Contemporânea, em Lisboa.
A mostra reúne esculturas, instalações e outras obras tridimensionais da coleção do museu, explorando ideias como equilíbrio, tensão, resistência e transformação.
As peças estão organizadas em torno de três temas: natureza e abstração, escala e resistência, e cidades e urbanismo.
“Peso-Contra-Peso” para conferir no MACAM na zona de Alcântara.
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O Motelx está a celebrar 20 anos e até 13 de Setembro o cinema de terror toma conta do Cinema São Jorge.
Hoje acontece uma das estreias mais aguardadas, o filme Colony, do realizador sul-coreano Yeon Sang-ho, conhecido pela película Train to Busan.
A história passa-se num arranha-céus em Seul, onde um vírus misterioso transforma rapidamente os habitantes em criaturas cada vez mais inteligentes. Os infetados começam por se comportar como animais, mas evoluem, reconhecem os sobreviventes e passam a organizar ataques.
Colony reinventa o género zombie ao apresentar criaturas ligadas por uma espécie de consciência coletiva, explorando também os medos associados à inteligência artificial.
Colony para ver no Motelx, no Cinema São Jorge a partir das 21h30.
Mais informações sobre o programa dos 20 Anos do Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa no site motelx.org.
Os Fischer-Z celebram 50 anos de carreira com um concerto esta noite no Coliseu de Lisboa.
A banda britânica é uma referência da new wave e do rock alternativo desde o final dos anos 70.
O concerto faz parte das comemorações dos 50 anos da banda e acontece numa altura em que os Fischer-Z preparam também um novo álbum.
Fischer-Z mais logo no Coliseu de Lisboa, às 21h.
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O MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa está de volta para a sua 20.ª edição, com 11 dias dedicados ao cinema de terror.
O programa inclui filmes como AnyMArt, sobre o lado mais sombrio do mundo laboral japonês, Species, um filme de terror corporal da francesa Marion Le Correller, e The Birthday Party, thriller de Léa Mysius protagonizado por Monica Bellucci e Hafsia Herzi.
Uma das novidades é “Lost in Europe: O Terror por Detrás da Cortina de Ferro”, uma parceria com a Cinemateca Portuguesa que recupera seis filmes de países do antigo bloco de Leste.
Este ano, o Prémio Noémia Delgado para Mulheres Notáveis no Terror distingue a cineasta sueca, naturalizada portuguesa, Solveig Nordlund, pioneira do cinema fantástico e de terror.
O filme de abertura é “Drag”, primeira longa-metragem de Raviv Ullman e Greg Yagolnitzer. A história acompanha duas irmãs que assaltam uma casa isolada no estado de Nova Iorque. Quando uma delas fica presa no andar de cima devido a uma forte dor nas costas e o proprietário regressa inesperadamente, o assalto transforma-se num pesadelo.
"Drag", filme de abertura dos vinte anos do Motelx. A sessão está agendada para as 8 e meia da noite no Cinema São Jorge.
Últimos dias para ver em Cascais a exposição Becoming Marilyn & Becoming Elvis.
A mostra assinala os 100 anos do nascimento de Marilyn Monroe e os 70 anos da explosão mediática de Elvis Presley.
A exposição reúne fotografias de Marilyn, captadas por André de Dienes, e de Elvis, fotografado por Alfred Wertheimer, numa altura em que os dois artistas começavam a alcançar a fama.
As imagens permitem acompanhar os dois artistas no início dos seus percursos até se tornarem grandes ícones da cultura popular.
Becoming Marilyn & Becoming Elvis para ver no Centro Cultural de Cascais até domingo, 06 de setembro.
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Continua no Polo Cultural Gaivotas em Lisboa o ciclo de No País do Cinema com sessões de cinema ao ar livre até ao próximo dia 9 de setembro.
Este ano o tema é “O Lugar onde vivemos!”, com filmes que convidam a pensar sobre a nossa relação com os lugares, com o ambiente e com as outras pessoas.
Esta noite é exibido “Roma, Cidade Aberta”, de Roberto Rossellini, filme italiano de 1945.
Passado durante a ocupação nazi de Roma, o filme acompanha membros da Resistência perseguidos pela Gestapo e a luta pela sobrevivência numa cidade marcada pela guerra.
“Roma, Cidade Aberta” para ver ao ar livre no Polo Cultural Gaivotas, em Lisboa.
A exposição “Olhos Múltiplos” está no Centro Cultural de Belém.
A mostra reúne trabalhos de três artistas de diferentes gerações: Ines Doujak, Patrícia Domínguez e Lubaina Himid.
As obras exploram a narrativa como forma de diálogo, reflexão e criação coletiva, cruzando elementos simbólicos, ancestrais e espirituais com referências populares, mágicas e carnavalescas.
A exposição questiona as narrativas únicas e convida-nos a olhar para a diferença não como uma ameaça, mas como uma oportunidade para aprender e conhecer outras formas de pensar e imaginar o mundo.
“Olhos Múltiplos” para ver no CCB.
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O Cinema Medeia Nimas em Lisboa recebe as últimas sessões do ciclo dedicado a Wong Kar Wai, um dos realizadores mais marcantes do cinema contemporâneo.
Hoje é exibido Ao Sabor da Ambição, a estreia de Wong Kar Wai na realização, em 1988.
O filme acompanha um jovem ligado à máfia de Hong Kong, dividido entre o amor pela prima e a lealdade ao seu parceiro de crime. Uma história de violência, romance e fatalismo, que já revela o estilo visual muito particular do realizador.
Ao Sabor da Ambição foi apresentado na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes de 1989.
É hoje apresentado no Nimas Em Lisboa em restaurada em 4K, às 22h.
A artista timorense Maria Madeira apresenta, no Museu do Oriente, em Lisboa, a exposição “You, Me, Us [O, Hau, Ita; Tu, Eu, Nós]”.
A mostra reúne 34 obras, entre pintura, desenho, colagem e instalação, e explora a relação entre as crenças ancestrais de Timor-Leste e a cultura portuguesa.
A exposição parte também da experiência pessoal da artista, enquanto mulher timorense que viveu como refugiada em Portugal e migrante na Austrália, e aborda os laços históricos e culturais entre Portugal e Timor-Leste.
No Museu do Oriente, até 13 de Setembro.
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A exposição “Emigração, exílio e canção de protesto” está patente no Núcleo AJA Lisboa até 30 de setembro.
A mostra recupera a história de vários cantores portugueses que, entre meados dos anos 60 e o 25 de Abril de 1974, estiveram exilados em França. Reúne textos e imagens sobre o seu percurso e sobre a intensa atividade cultural e política desenvolvida pelas comunidades portuguesas emigrantes.
A exposição foi criada pelo Observatório da Canção de Protesto e apresentada pela primeira vez em 2020, num encontro dedicado a José Mário Branco e ao tema do exílio.
“Emigração, exílio e canção de protesto”, exposição para ver no Núcleo AJA, junto à Assembleia da República. Até 30 de Setembro.
A exposição “Mais alto”, de Margarida Correia, pode ser visitada no MAAT, em Lisboa.
A mostra dá a conhecer a história das enfermeiras paraquedistas do Exército Português que estiveram ao serviço em África durante as décadas de 60 e 70. Através de entrevistas, fotografias e outros documentos, são mostrados momentos da vida profissional e do quotidiano destas mulheres, entre o trabalho e o lazer.
A exposição procura preservar a memória individual e coletiva de um grupo profissional ainda pouco conhecido e estudado.
“Mais alto”, de Margarida Correia para ver no MAAT, na zona de Belém.
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A exposição “The Narrative Structure”, de Ana Vieira, está patente na Galeria Vera Cortês, em Lisboa.
Com curadoria de Antonia Gaeta, a mostra reúne duas obras que exploram a relação entre interior e exterior, realidade e representação. Em destaque estão a instalação “Mesa-Paisagem”, de 1973, e a série “Close-Up”, de 2004.
“The Narrative Structure”, de Ana Vieira para ver na Galeria Vera Cortês, na zona de Alvalade em Lisboa.
A franco-brasileira Julia Piedade apresenta-se esta noite no BOTA Anjos, em Lisboa.
Pianista, cantora e compositora, Julia cruza jazz, canção francesa, música brasileira e pop experimental, numa música sensível, cinematográfica e muito marcada pela emoção.
A artista é acompanhada por Kito Siqueira no saxofone, Acácio Piedade no baixo e Felipe Bastos na bateria.
Julia Piedade em concerto no Bota Anjos, em Lisboa.
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As Festas do Mar estão de volta a Cascais, com música, gastronomia e artesanato junto à Baía.
Hoje regressam os concertos e há fado para ouvir em Cascais. Diana Vilarinho, Luís Trigacheiro e o espetáculo Em Casa d’Amália sobem ao Palco Cascais a partir das 19 horas.
A animação das Festas do Mar começam às 5 da tarde e prolonga-se pela noite, entre o Jardim Visconde da Luz e a Cidadela de Cascais.
Está patente no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a exposição Rosa Barba – Desenhar Vocabulários.
É a primeira grande exposição da artista italiana em Portugal e apresenta uma instalação criada especificamente para o espaço do CAM.
Rosa Barba cruza cinema, astronomia, paisagens naturais e alterações ambientais, explorando também arquivos e possíveis visões do futuro. Películas de celuloide e projetores de cinema transformam-se em imagens, mas também em objetos escultóricos.
A exposição é pensada como uma espécie de filme em três dimensões e partitura musical, onde o tempo e o espaço estão sempre em transformação.
Rosa Barba – Desenhar Vocabulários para ver na Gulbenkian.
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No Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa, está patente a exposição “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário”.
A mostra aborda o colonialismo português em África nos séculos XIX e XX e procura desmontar alguns dos mitos criados pela ideologia colonial, promovendo uma visão mais informada sobre esse período da história.
A exposição apresenta documentos e imagens que explicam o contexto histórico e dá também destaque à arte africana, mostrando a diversidade, criatividade e riqueza cultural das sociedades africanas.
Ao todo, estão reunidas 139 obras, provenientes das coleções do Museu Nacional de Etnologia e de outras instituições e colecionadores, incluindo trabalhos de artistas africanos contemporâneos.
“Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário” para ver no Museu Nacional da Etnologia.
No Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa, está a exposição “Elas tiveram medo e foram”.
A mostra recorda as mulheres que foram presas políticas durante a ditadura em Portugal, contando as suas experiências de resistência e sobrevivência perante a tortura e as duras condições de encarceramento.
A exposição presta também homenagem à coragem destas mulheres e às pessoas que as apoiaram, recuperando histórias fundamentais da luta contra o antigo regime.
“Elas tiveram medo e foram” para ver no Museu do Aljube em Lisboa.
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O Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, dedica um ciclo a duas grandes atrizes de Hollywood: Joanne Woodward e Lee Remick.
As duas contracenaram em The Long, Hot Summer, realizado por Martin Ritt em 1958, um filme protagonizado por Paul Newman. Foi também nesse ano que Joanne Woodward e Newman se casaram, tornando-se um dos casais mais famosos do cinema americano.
O ciclo inclui Anatomia de um Crime, de Otto Preminger, de 1959, com James Stewart, Lee Remick e Ben Gazzara.
O filme acompanha um advogado que assume um caso de homicídio particularmente complexo e questiona os limites entre justiça, verdade e moralidade.
Considerado uma das obras mais importantes de Preminger, Anatomia de um Crime recebeu sete nomeações para os Óscares, incluindo Melhor Filme. James Stewart venceu ainda o prémio de Melhor Ator no Festival de Veneza.
Anatomia de Um Crime, hoje no Cinema Nimas em Lisboa às 21h30.
A Cordoaria Nacional, em Lisboa, recebe aquela que é apresentada como a maior exposição de modelos construídos com peças LEGO da Europa.
A mostra ocupa cerca de 2 mil metros quadrados e reúne mais de 120 maquetes e centenas de construções, feitas com quase 15 milhões de peças LEGO.
Entre os grandes destaques estão quatro modelos inéditos: um Boeing 747 à escala 1 para 7, um enorme navio transatlântico, um dragão medieval e um gigantesco espinossauro.
A exposição percorre temas como arquitetura, cinema, fantasia, ciência, história e desporto, com réplicas de monumentos e cenários inspirados em universos como Star Wars, O Senhor dos Anéis e Charlie e a Fábrica de Chocolate.
A maior exposição de LEGO da Europa para ver na Cordoaria Nacional na zona de Belém.
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A Cinemateca em Lisboa recebe hoje A Última Sessão, de Peter Bogdanovich, é um clássico do cinema americano de 1971, com Jeff Bridges, Timothy Bottoms e Cybill Shepherd.
Está inserido no ciclo Rebeldes Sem Causas, que reúne 25 filmes americanos e explora a representação da juventude e da rebeldia no cinema, sobretudo entre meados dos anos 50 e 1970.
A história de A Última Sessão passa-se em 1951, numa pequena cidade do Texas, e acompanha um grupo de adolescentes na passagem para a idade adulta, entre primeiras desilusões, relações amorosas e sonhos interrompidos.
A Última Sessão passa na Esplanada da Cinemateca de Lisboa, às 21h30.
Na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, pode ser visitada a exposição RedSkyFalls (réplica), de Alexandre Estrela.
A instalação está relacionada com a obra RedSkyFalls, apresentada no Pavilhão de Portugal na Bienal de Veneza de 2026. Nesta nova versão, o artista cria uma espécie de sistema de alerta sísmico usando moscas-da-fruta artificiais, que funcionam como sentinelas.
Estes pequenos dispositivos reagem em tempo real à atividade sísmica, mesmo quando os sismos acontecem a grande distância. Os seus movimentos permitem tornar visíveis sinais quase impercetíveis das perturbações que acontecem no interior da Terra.
RedSkyFalls (réplica) de Alexandre Estrela, para ver na Galeria Zé dos Bois no Bairro Alto, em Lisboa.
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No Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, continua o ciclo dedicado a Wong Kar Wai, um dos grandes cineastas do cinema contemporâneo.
Hoje é exibido Chungking Express, de 1994, um dos filmes que projetou Wong Kar Wai a nível internacional.
Entre néons, música, cores intensas e uma cidade em constante movimento, Chungking Express transforma histórias de solidão e encontros amorosos num retrato muito particular de Hong Kong.
Chungking Express, hoje às 22 horas, no Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, inserido no ciclo dedicado ao realizador Wong Kar Wai.
Na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, pode ser visitada a exposição “Gulbenkian, 70 Anos em Cartaz”.
A mostra reúne 70 cartazes, produzidos entre 1957 e 2026, que acompanharam sete décadas de exposições, concertos, conferências e outras iniciativas da Fundação.
Além de documentarem a história e a diversidade da programação da Gulbenkian, os cartazes revelam também a evolução do design gráfico em Portugal.
“Gulbenkian, 70 Anos em Cartaz” para ver na Gulbenkian, a entrada é livre.
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Maria Ana Bobone apresenta-se em concerto hoje no MACAM – Museu de Arte Contemporânea, na Junqueira, em Lisboa.
A cantora, pianista e compositora portuguesa é conhecida por renovar o fado, cruzando a tradição com influências clássicas e do jazz. No projeto “Fado & Piano”, desenvolve uma sonoridade própria, mantendo a ligação às raízes da música portuguesa.
Neste concerto, Maria Ana Bobone convida Sofia Ramos para partilhar o palco
Concerto no MACAM, na zona de Alcântara. A partir das 20h.
A exposição “Júlio Pomar – A Cola não faz a Colagem” está patente no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa.
Integrada nas comemorações do centenário do artista, a mostra percorre mais de 70 anos de criação e reúne cerca de 50 obras. A exposição mostra a importância da experimentação na obra de Pomar, através da pintura, desenho, gravura, escultura e assemblagem.
A ideia de colagem está no centro da exposição, revelando como o artista cortava, juntava e transformava imagens, objetos e diferentes materiais para criar novas formas e narrativas.
“Júlio Pomar – A Cola não faz a Colagem” para ver no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa.
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